O Centro de Convivência Interagir recebe demanda espontânea ou encaminhamento. Quem explica como funciona é Mila Duarte, gerente da unidade.

“Com certeza eu quis o centro de convivência interagir, ele é um dispositivo da rede de atenção psicossocial. Nós temos duas formas as pessoas estarem vindo até nós através dos encaminhamentos, são quando a gente fala que a rede encaminha as pessoas, seja via PSF, seja via CRAS, CREAs. Então eles vem com esse encaminhamento ou também pro demanda espontânea. A demanda espontânea é quando a pessoa igual você falou que as pessoas param, olham e tal elas vão ali, param, olha e acabam entrando e perguntando o que que é, como que é? E a gente mostra questão do centro de convivência. Então quem quiser, quem tá olhando, vindo pode ficar a vontade, pode entrar que vai ser muito bem recebido. Então tem esses dois tipos, tanto através de encaminhamento da rede ou como demônio espontâneo pode estar vindo até a agência. A gente vê muita melhora na questão da qualidade de vida. A gente tem questões de melhor qualidade de sono a questão da qualidade, diminuição de medicamentos então é muito importante esse convívio porque a gente fala que a família tem que estar presente em tudo. Então é extremamente importante.”

Angélica Rodrigues é facilitadora de artes plásticas e do teatro. Ela explica como são oferecidas essas oficinas.

“Bom vamos falar um pouquinho do teatro então. O teatro a gente tem os ensaios. Que são toda quarta-feira e a gente tem um espaço também, uma parceria que é com o museu. Às vezes a gente faz o ensaio do teatro lá. É um o teatro é aberto pra o público, igual a Mila falou que o serviço é portas abertas, qualquer pessoa que queira participar pode participar e artes plásticas são, a gente usa muito material reciclável. Às vezes até algum dos usuários leva os materiais pra gente tá trabalhando e é mais um serviço manual mesmo, mão na massa.”

Euclides: “Sobre o teatro temos até uma apresentação no Premen. Isso mesmo, amanhã. Então quem é a população daquele bairro solicitar. E levar essas apresentações teatrais das escolas, eu acho que uma das um dos grandes benefícios é derrubar o preconceito.”

“Isso mesmo, com certeza. Eu acho que a gente abre um espaço. Uma visão melhor a respeito do Centro de Convivência que às vezes as pessoas pensam que é muito restrito, tem preconceito e não, são pessoas como nós que fazem parte, são pessoas do teatro e que às vezes chegaram lá com uma demanda de ai eu não quero fazer teatro, eu não consigo fazer e com o tempo assim já dominam o mundo do teatro mesmo e as peças que a gente apresenta são peças feitas pelos usuários, são as peças criadas lá dentro mesmo do centro de convivência”

Euclides: “Até aprofundar esse assunto com você Angélica sobre os benefícios do teatro porque são os mundo muito digital onde as pessoas se comunicam pela internet só que ainda temos o contato humano e ainda bem que temos. As vezes a pessoa tem receio de uma entrevista de emprego de chegar numa empresa apresentar o currículo as vezes com teatro ela vai conseguir romper essa barreira que ela tinha por causa da timidez.”

“É, com certeza. E essa timidez, assim, o teatro ajuda muito, gente. Abre várias portas. Até mesmo se a pessoa quiser, por exemplo, tem uma usuária nossa lá que ela fez até curso de teatro mesmo. E tipo assim, a capacidade dela de administrar o teatro é extraordinária. Então, assim, abre minhas pro conhecimento, pra fala, pra escrita também. Porque a gente escreve, a gente ensaia. Então, tipo assim, até a coordenação motora mesmo, o movimento do corpo, tudo isso influencia no teatro. Então, abre várias portas.”

Mila Duarte fez o convite pra população realizar o pertencimento do Centro de Convivência e Interagir


“Eu quero convidar todo mundo pra passar e ir lá um pouquinho no Centro de Convivência, conhecer nosso trabalho e o nosso telefone, vou deixar aqui, 3839-2506 ,qualquer dúvida, se a pessoa não tiver entendido muito bem, quiser tirar alguma dúvida, pode ficar a vontade, pode ligar que a gente vai tá atendendo. Dia 13 o bazar, quarta-feira que vem, de 13 às 17h. Por favor gente venham.”

Reportagem: Euclides Éder

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