Vândalos atacam abrigos de transporte coletivo. Prejuízo alcança R$ 60 mil

Foto: Prefeitura de Itabira
Começou nesta segunda-feira (19) a retirada das placas de acrílico danificadas dos abrigos de transporte coletivo em Itabira. A ação ocorre após o registro de inúmeros casos de vandalismo em diferentes regiões da cidade: avenidas João Pinheiro, Carlos Drummond de Andrade, Duque de Caxias, e Otávio de Carvalho Lage, além da rua Nova Era, que gerou prejuízos aos cofres públicos, comprometendo conforto e segurança dos usuários do transporte coletivo. O prejuízo soma R$ 60 mil.

Foto: Prefeitura de Itabira
A restauração dos danos começou pela avenida João Pinheiro e segue durante a semana até a remoção de todos os materiais afetados. Na próxima semana, será iniciada a instalação de novas placas. O prazo máximo para conclusão da substituição será de 15 dias. Durante o levantamento feito pela Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Transita), foram constatados danos em 12 abrigos. A situação é mais preocupante porque a manutenção está sendo realizada menos de um ano após a instalação.

Foto: Prefeitura de Itabira
Os novos abrigos foram assentados em março de 2025. “É lamentável ver o quanto o vandalismo tem afetado os espaços da cidade. Cada placa quebrada representa um custo que poderia ser investido em outras melhorias. Estamos atuando para devolver segurança e conforto aos usuários, mas é fundamental que a população ajude a preservar esses equipamentos”, destacou o diretor de transporte da Transita, Estevam José. Denúncias ocorrem pelos telefones: 156 e 190.

Foto: Prefeitura de Itabira
O fato reforça a gravidade dos atos de depredação e o impacto que causam ao patrimônio público, exigindo reparos prematuros em estruturas recentemente implantadas. Essa ação representa não apenas o esforço de recuperação, mas também alerta sobre a importância do cuidado coletivo com o patrimônio público de Itabira. “Além de denunciar atos de vandalismo, a população pode ajudar a conservar os abrigos evitando pichações, não quebrando as placas e mantendo o local limpo”, reforça Estevam José.
Reportagem: Euclides Éder

