Saiba como reduzir o valor da fatura de energia elétrica

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A fatura de energia elétrica pode pesar no orçamento doméstico quando há desperdício e falta de atenção em práticas simples de uso eficiente. Dados da Cemig indicam que mudanças na utilização de eletrodomésticos e iluminação podem reduzir significativamente o consumo. A economia pode chegar a até 40% no valor mensal da conta. Em residências com diversos dispositivos conectados, esse consumo invisível pode representar desperdício médio de cerca de R$ 33 mensais. Entre os equipamentos que mais impactam o consumo residencial está o chuveiro elétrico.
Na área de concessão da Cemig, o uso do aparelho por cerca de uma hora por dia pode gerar gasto aproximado de R$ 158 mensais, valor que pode chegar perto de R$ 1.900 ao ano. A simples mudança da chave para as posições verão ou morno, especialmente nos períodos de temperaturas mais elevadas, pode reduzir o consumo de energia de forma imediata, refletindo diretamente no valor final da fatura. Outro vilão silencioso do consumo doméstico é o modo stand-by de aparelhos eletrônicos, como televisores, micro-ondas e computadores, entre outros equipamentos de informática.

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A orientação é retirar os equipamentos da tomada quando não estiverem em uso ou optar por filtros de linha com chave de desligamento. A substituição de eletrodomésticos antigos também pode gerar impacto relevante na redução das despesas com energia. Geladeiras com muitos anos de uso podem consumir até 200% mais energia do que modelos novos e de entrega mais eficaz. A troca por equipamentos com selo de eficiência energética pode proporcionar economia superior a R$ 500 por ano, além de contribuir para a redução dos impactos ambientais associados à geração elétrica.
Na iluminação residencial, a modernização é outra aliada. A substituição de lâmpadas incandescentes ou fluorescentes compactadas por modelos de LED pode representar redução média de cerca de R$ 140 por ano por unidade instalada na moradia. Medidas complementares, como aproveitar a iluminação natural e manter ambientes organizados, também ajudam a diminuir o tempo de uso da luz artificial. Para o analista de eficiência energética da Cemig, Filipe Randazzo, a informação é uma ferramenta essencial para ajudar a população a reduzir despesas com o uso de energia elétrica.

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“A energia elétrica está presente em praticamente todas as atividades do cotidiano. Quando o consumidor passa a compreender o impacto de cada equipamento no consumo mensal, ele consegue adotar atitudes simples que geram economia real no orçamento familiar”, afirma o colaborador da Cemig. As orientações fazem parte de um conjunto de iniciativas de educação energética voltadas à população, com o objetivo de estimular o consumo eficiente e apoiar as famílias no controle das despesas. O uso racional da energia contribui ainda para a sustentabilidade do sistema elétrico.
Reportagem: Euclides Éder

