FSFX investe em UTIs adulto, unindo tecnologia, qualificação e humanização no atendimento SUS

Paciente Gleidson Tavares, 38 anos. Crédito: FSFX
As Unidades de Terapia Intensiva (UTI) Adulto e UTI Adulto Pós-Operatória da Fundação São Francisco Xavier (FSFX), no Hospital Márcio Cunha (HMC), em Ipatinga, são referência regional no atendimento a pacientes críticos. Administrada pela entidade filantrópica, ela atende majoritariamente usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e mantém investimentos contínuos em tecnologia, infraestrutura e qualificação profissional. A UTI Adulto Geral é destinada a pacientes clínicos de alta complexidade, enquanto a UTI Adulto Pós-Operatória concentra a assistência intensiva no período após procedimentos cirúrgicos.
As duas unidades combinam estrutura tecnológica, equipes multiprofissionais especializadas e iniciativas voltadas à humanização do cuidado. O perfil dos pacientes atendidos na UTI Geral é predominantemente de casos de gravidade elevada ou muito elevada, com idade média de 62 anos. Entre os diagnósticos mais frequentes estão pneumonia comunitária, acidente vascular cerebral (AVC), sepse e choque séptico, hemorragia digestiva e traumatismo craniano. Na UTI Adulto Pós-Operatória, foram registradas 751 internações no período, das quais 56% corresponderam a pacientes do SUS.

Eduardo Blanski . Crédito: FSFX
As unidades receberam novos equipamentos: ultrassonografia, botas e colchões pneumáticos, computadores, mobiliário e um gasômetro para exames. Também estão em desenvolvimento projetos-piloto voltados à monitorização invasiva e a novos procedimentos de acesso venoso, com o objetivo de aprimorar o atendimento aos pacientes críticos. A assistência é realizada por equipe multiprofissional com 174 técnicos de enfermagem, 37 enfermeiros, fisioterapeutas com cobertura 24h e mais de 50 médicos especialistas, incluindo profissionais das áreas de Medicina Intensiva, Cardiologia, Cirurgia Cardiovascular e Nefrologia.
“Temos o compromisso de oferecer à população um atendimento de excelência, independentemente da condição do paciente, pois muitos deles chegam até nós em condições críticas. Mantemos um fluxo contínuo de investimentos em tecnologia, infraestrutura e qualificação das equipes, buscando garantir a segurança, a agilidade e os melhores desfechos clínicos. Mais do que adquirir equipamentos, mantemos um objetivo permanente de criar as condições necessárias para os nossos profissionais desempenharem seu trabalho com a máxima eficiência e qualidade”, destaca o diretor de Negócios do HMC, Eduardo Blanski.
Reportagem: Euclides Éder

