Foto: Arquivo

Uma das datas mais aguardadas pelo varejo, o Dia das Mães promete movimentar cerca de R$ 4 bilhões na economia mineira, conforme dados da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Minas Gerais (FCDL-MG). Segundo o levantamento, 13,8 milhões de consumidores (69,6%) do Estado irão às compras, com a intenção de gastar, em média, R$ 249,13. Além disso, 68% dos entrevistados também pretendem celebrar a data com um almoço ou jantar especial. Na opinião do economista da FCDL-MG, Vinícius Carlos Silva, o cenário é de otimismo na data.

“É uma data de grande apelo emocional e isso, somado às estratégias comerciais fortes, transforma o período em um cenário fértil para o consumo. Por isso, os mineiros não vão deixar de separar em seu orçamento um valor para a compra dos presentes, mesmo diante das condições cautelosas que o cenário econômico do País ainda nos impõe”, avalia o porta-voz de instituição de classe em Minas Gerais. Ainda de acordo com a pesquisa, entre o percentual de 30,4% dos consumidores que não irão presentear, a maioria (63,2%) respondeu que o principal motivo é a ausência da mãe.

Os produtos mais lembrados foram: cosméticos/perfumaria e vestuário, ambos com 24,1% das intenções; seguidos por flores (16,5%) e calçados (10,1%). “A preferência por esses itens se deve à grande diversificação de produtos existentes e aos preços, que conseguem se adequar a todos os tamanhos de orçamentos. Além disso, o valor emocional da data, por si só, leva os consumidores a comprarem produtos mais direcionados para a pessoa. Ou seja, você não compra um presente para a sua casa e, sim, para homenagear quem faz toda a diferença em sua vida”, explica Vinícius Silva.

Meios de pagamento: o cartão de crédito parcelado aparece como principal escolha (30%), seguido pelo PIX (28%), cartão de débito (20%), crédito à vista (18%) e dinheiro (4%). “A modalidade de pagamento por PIX se consolidou como uma das principais formas de pagamento, demonstrando a modernização dos hábitos de consumo. Vale ressaltar que essa forma de pagamento, em poucos anos, deixou de ser apenas uma alternativa rápida para transferências e se consolidou como protagonista nas transações do varejo, competindo diretamente com o cartão de crédito, que sempre foi dominante nas datas comemorativas”, conclui o economista da FCDL-MG.

Reportagem: Euclides Éder

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