Rádio Itabira

Transmissão ao vivo, notícias locais, agenda cultural, programação musical e informações institucionais.

Foto: Press Foto/Magnificdocuments

O prazo para a entrega do Imposto de Renda de Pessoa Física 2026 (IRPF), ano-base 2025, está entrando em sua fase final e mais da metade dos mineiros ainda não enviou a declaração ao “Leão”. Segundo a Receita Federal, são esperadas cerca de 4,3 milhões de declarações em Minas Gerais, e pouco mais de 2,1 milhões foram concluídas até o momento. Com o prazo apertado, os riscos de erros e inconsistências se tornam mais comuns, podendo levar o contribuinte à malha fina. A líder da XP em Minas Gerais, Marcela Torres, ressalta que os investidores precisam ter atenção redobrada no envio das informações, considerando os valores aplicados no mercado financeiro e seus tributos devidos.

É preciso ter calma e organização no preenchimento para garantir que todas as informações estão corretas, evitando problemas no futuro. O número de pessoas físicas no mercado financeiro vem evoluindo nacionalmente ano a ano e, segundo dados da B3, Minas Gerais é o terceiro Estado com mais pessoas investindo na Bolsa de Valores. “O mineiro tem uma presença significativa no mercado financeiro, figurando entre os principais investidores do país, mas ainda existem muitas dúvidas sobre as obrigações fiscais relacionadas aos investimentos, principalmente em tempos de declaração do IRPF. Erros simples podem gerar inconsistências na Receita e levar à malha fina”, explica Marcela Torres.

Atualmente, são mais de 642 mil investidores, o que reforça a importância de contar com orientação adequada no momento da declaração. De acordo com a especialista, os principais equívocos cometidos na declaração do IRPF envolvem:

  • Erro nas alíquotas das operações. Cada operação financeira possui tributação específica. Aplicar uma alíquota incorreta pode gerar pagamento errado do imposto e divergências com a Receita.
  • Uso inadequado da nota de corretagem. Erros na classificação de operações, omissão de prejuízos ou custos operacionais e falhas na informação de ativos recebidos por doação ou herança.
  • Declaração incorreta de investimentos no exterior: Quem possui aplicações internacionais deve informar corretamente rendimentos e impostos pagos fora do país.

Reportagem: Euclides Éder

Deixe comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos necessários são marcados com *.